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Venezuela












Aproveitando uma série de feriados no mês de novembro eu e Dedé fomos para a Venezuela. Há um tempo atrás, eu tinha visto uma matéria no jornal, sobre o Caribe Venezuelano e me interessei em conhecer aquelas praias de areia tão branquinha e tão belas.
Ficamos pouco tempo em Caracas, capital da Venezuela. Por lá, vi um quadro muito parecido com o Rio de Janeiro, era um túnel e em cima as casas, muito semelhante a Rocinha. O motorista do táxi que nos conduziu ao Hotel era Chavista e elogiou bastante as estradas do país que segundo ele o governo tinha reformado. De fato, estavam boas mesmo. Pena eu não ter podido ficar com uma boa imagem dele ao saber no dia seguinte que o preço da corrida cobrado por ele tinha sido exorbitante.
Em Caracas, liguei a tv e a primeira pessoa que vi foi a Patrícia Pillar na novela Cabocla. Maravilha porque nos outros canais só vi reportagens sobre o Governo de Chávez, e eu queria conhecer a diversidade do lugar...Pelas ruas só cartazes de Sí com Chávez. Na minha pesquisa informalíssima o No ganhava o referendo, um taxista chegou a dizer que ele humilhou o Brasil naquela história da descoberta dos poços petrolíferos por aqui, e que na opinião dele era tudo um excesso, coma com Chávez, beba com Chávez, tudo levava a Chávez, como se fosse um Deus, tudo com Chávez...
Pelas ruas os carros mais modernos (tipos da Toyota, Honda, BMW, etc) que nem vejo por aqui, contrastavam com carros velhíssimos circulando normalmente. Em um país em que o combustível é quase de graça, ninguém precisa se preocupar em ter um carro mais econômico e tal. Além de que é clara a separação da Classe A do resto da população.
A moeda Venezuelana é muito desvalorizada, na casa de câmbio oficial 1 dólar vale mais ou menos 1800 bolívares. Lembra aqui no Brasil, do cruzeiro, cruzado, cruzado novo, sei lá...Agora, para a população em geral esse câmbio oficial não existe, e sim um em que 1 dólar vale pelo menos 5000 bolívares. Isso é o paraíso para quem tem dólares ou euros. Se vc trocar seus dólares, esqueça, pois não se pode trocar bolívares por dólares de novo. O Chávez odeia os EUA, mas como todo mundo gosta de dólar. É meio assustador, você desembarca e logo aparece um sujeito querendo trocar dólar. Tudo acontece ali na cara de todo mundo. Disseram que é bom ter cuidado pois a polícia prende quem troca o dinheiro dessa forma...Bem, eu achei tudo tão descarado...
Não passamos graças a Deus, por nenhum problema nos aeroportos brasileiros, porém, quanto à Venezuela...O vôo de Caracas para Isla Margarita atrasou seis horas, dentre outras coisitas mais. A companhia Aeropostal na qual viajamos para Isla Margarita é um horror! Nós que tínhamos acompanhado todo o caos aéreo no Brasil pela tv, de repente estávamos ali, em um, na Venezuela.
Quanto a Isla Margarita essa é uma área livre de impostos, portanto é ótima para compras de eletrônicos, roupas, perfumes. Além, de possuir belas praias. Por lá ficamos em um resort lindo, com uma piscina fantástica. Me senti na ilha da fantasia, no meio daquele monte de americanos, europeus, muitos deles bebendo muito e fumando cigarros ou charutos. Ou, seja, nada a ver comigo e com Dedé.Conheci parte
da Isla Margarita, porque logo fui para Isla de Coche. E preferi assim mesmo, pois achei a Margarita já muito cheia, devassada...eu prefiro ficar mais retirada.
A praia que mais gostamos fica na Isla de Coche, uma ilha maravilhosa. Foi lá que desfrutamos de momentos de descanso e tranqüilidade. Recomendo a Isla de Coche como um local de paz e beleza. O local mais belo que vi na Venezuela.
E na volta ao chegar no guichê da Varig, me senti já quase em casa...

4 comentários:

Georgia disse...

Que lugar maravilhoso. Lindo demais. E que bom que vocês foram, nao é mesmo?

Grande abraco

Yvonne disse...

Sortuda você, ai que inveja. Beijcas

Georgia disse...

Tem fotos da minha Vivi lá na Saia.

Beijao

Georgia disse...

Querida, estou te convidando para a blogagem de natal dia 20.12., passa lá na Saia para pegar o seu selinho.

beijao